Notícias do TÉC 15 de outubro de 2025 — estabilização do mercado de combustíveis, pressão sobre os preços do petróleo e estoques recordes de gás

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Notícias do TÉC: Estabilização do mercado de combustíveis e influência nos preços do petróleo — Outubro 2025
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Notícias do TÉC 15 de outubro de 2025 — estabilização do mercado de combustíveis, pressão sobre os preços do petróleo e estoques recordes de gás

Notícias Globais do Setor Energético em 15 de Outubro de 2025: estabilização do mercado de combustíveis na Rússia, pressão sobre os preços do petróleo, estoques recordes de gás, investimentos recordes em energias renováveis e o início da Semana de Energia da Rússia. Análise da Open Oil Market.

No meio de outubro, as condições nos mercados de commodities globais permanecem relativamente calmas, apesar de uma variedade de fatores em direções opostas. Os preços do petróleo continuam sob pressão devido às expectativas de excesso de oferta até o final do ano, enquanto o mercado de gás da Europa enfrenta o inverno com estoques recordes, proporcionando uma margem de segurança. Simultaneamente, um fórum importante do setor – a Semana de Energia da Rússia em Moscovo – começou, onde questões estratégicas do complexo energético estão sendo discutidas. As sanções ocidentais contra o setor energético russo ainda geram tensões, mas a indústria se adapta às novas condições. Abaixo está um resumo dos eventos atuais no complexo de energia, importantes para investidores, participantes do mercado, empresas de petróleo e gás.

Estabilização do mercado de combustíveis na Rússia: medidas do governo e primeiros resultados

Após a crise aguda de combustíveis em setembro, a situação no mercado interno de derivados de petróleo está gradualmente se normalizando. Na maioria das regiões da Rússia, a escassez de gasolina foi eliminada, os preços no atacado recuaram dos níveis máximos, e nas redes de postos de combustíveis independentes, a venda de combustíveis está sendo retomada sem interrupções. No entanto, em áreas distantes das grandes refinarias, ainda é sentida a tensão no fornecimento – as autoridades continuam controlando a situação, estendendo restrições e implementando novos mecanismos de apoio ao mercado.

  • Medidas de emergência e importação: O governo prorrogou a proibição de exportação de gasolina automotiva até 31 de dezembro de 2025, e também manteve limites sobre a exportação de diesel para fornecedores independentes até o final do ano. Essas medidas visam saturar ao máximo o mercado interno. Ao mesmo tempo, estão sendo discutidas formas de atrair recursos externos: estuda-se a possibilidade de zerar temporariamente as tarifas de importação para facilitar a importação de gasolina e diesel (por exemplo, de refinarias bielorrussas) para atender às necessidades de regiões remotas.
  • Amortecedor e controle de preços: Desde 1º de outubro, um moratório sobre a eliminação do amortecedor de combustíveis foi estabelecido – o estado continua a compensar os refinadores pelas entregas no mercado interno, mesmo se os preços de atacado internos excederem os níveis limites. Essa medida preserva o incentivo econômico para direcionar gasolina e diesel para os postos no país. Ao mesmo tempo, o Serviço Federal Antimonopólio (FAS) e o Ministério da Energia intensificaram a monitoração de preços: várias redes de postos de combustíveis foram advertidas por aumentos não justificados nos custos do combustível. Alguns participantes do mercado propõem a imposição de limites oficiais aos preços de varejo nos postos, mas o governo ainda evita a regulação estatal direta, apostando em mecanismos de mercado e medidas de apoio direcionadas.
  • Primeiros resultados: Até meados de outubro, a escassez de combustíveis automotivos diminuiu significativamente. A conclusão de reparos não programados nas refinarias e a redireção de volumes de exportação para o mercado interno permitiram aumentar as entregas no atacado nas regiões afetadas. Nas áreas centrais e do sul, os estoques de gasolina e diesel nas bases e nos postos estão voltando a níveis normais. O governo espera atravessar o período de inverno sem interrupções agudas no abastecimento, embora a situação exija monitoramento constante e prontidão para intervenções adicionais.

Comentário. As ações do governo para estabilizar o mercado foram oportunas e necessárias, afirma Sergey Tereshkin, CEO do marketplace de derivados de petróleo Open Oil Market. Segundo ele, a manutenção dos pagamentos de amortecimento em tempos de altos preços e as restrições às exportações ajudaram a saturar o mercado interno e aliviar a gravidade da crise. No futuro, além da regulação manual, a indústria precisará de desenvolvimento sistemático da infraestrutura – incluindo a implementação de plataformas digitais para comércio em atacado de derivados de petróleo – para aumentar a transparência na distribuição de combustíveis nas regiões e evitar a repetição de tais situações.

Mercado de petróleo: excedente de oferta, riscos de preços e fatores de sanção

O mercado global de petróleo na segunda quinzena de outubro demonstra uma dinâmica de preços moderadamente descendente. O tipo Brent se estabilizou no intervalo de cerca de $62–64 por barril, enquanto o petróleo americano WTI é negociado por $58–60. Isso está significativamente abaixo dos máximos do ano (em torno de $80) e reflete as expectativas de um superavit de oferta até o final de 2025. Os países da OPEP+ estão cumprindo a decisão de aumentar gradualmente a produção: a partir de novembro, a cota total aumentará em cerca de +137 mil barris por dia, continuando a tendência de retorno gradual das fatias de mercado. Ao mesmo tempo, a demanda cresce mais lentamente do que o previsto, aumentando a pressão sobre os preços.

  • Desaceleração da demanda: A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu em outubro sua estimativa de crescimento da demanda global por petróleo em 2025 para cerca de 710 mil barris por dia (anteriormente esperava-se +740 mil). Isso é muito menos do que em anos anteriores, devido à desaceleração da economia na Europa e na China. A OPEP também prevê um modesto aumento na demanda (cerca de +1,2 milhão de barris por dia), enquanto a produção fora da OPEP (especialmente nos EUA) cresce em um ritmo acelerado. Como resultado, analistas alertam para a probabilidade de superávit de petróleo no mercado global no quarto trimestre, o que mantém os preços sob pressão.
  • Sanções e geopolítica: A pressão das sanções continua sendo um fator significativo para o setor de petróleo. No meio do ano, entrou em vigor a redução do teto de preços para o petróleo russo para $47,6 por barril (18º pacote de sanções da UE), e os países ocidentais discutem mais restrições à exportação de fontes de energia da Rússia. Washington incentiva aliados a buscar uma total descontinuação do petróleo russo e a evitar a evasão das sanções através de um "frota sombra" de navios-tanque. Esses esforços representam riscos para o comércio mundial de petróleo: qualquer endurecimento das sanções pode reduzir a oferta disponível e gerar um novo ciclo de volatilidade nos preços, especialmente se coincidir com outros fatores de risco.
  • Novos mercados de venda: Apesar das sanções, a Rússia manteve os principais volumes de exportação de petróleo, redirecionando a venda da Europa para a Ásia. A Índia e a China aumentaram suas aquisições de petróleo russo a preços reduzidos – estima-se que até 30% das importações de petróleo da Índia sejam garantidas por barris russos. O fluxo de fornecimentos também cresce para a Turquia, Oriente Médio e África. Essa reorientação ajuda a manter a receita do setor energético russo e equilibra o mercado global, embora exija grandes descontos e complique a logística. No caso de endurecimento adicional das sanções (por exemplo, a imposição de medidas secundárias contra transportadores ou compradores), esse canal pode se estreitar, tornando-se um novo desafio para as empresas de petróleo russas.

Gás natural: reservas europeias, abandono do gás russo e virada para o Oriente

A situação no mercado global de gás natural em outubro é favorável para os consumidores. A União Europeia entra na temporada de aquecimento com reservas recordes: os armazéns subterrâneos de gás (ASG) nos países da UE estão preenchidos em mais de 95% de sua capacidade máxima – significativamente acima do nível do outono passado. Graças ao clima ameno e ao aumento da importação de gás natural liquefeito (GNL), a Europa criou uma margem de segurança para um inverno frio. Os preços no atacado de gás no hub TTF permanecem em um nível relativamente baixo (cerca de 30–35 €/MWh), que é muitas vezes menor do que os picos de 2022. O mercado permanece estável, uma vez que a demanda no outono é moderada até agora.

  • Abandono completo do gás russo: Os países da Europa continuam seu curso para uma rápida diminuição da dependência do gás russo. Os fornecimentos diretos por gasoduto da Rússia caíram para volumes mínimos e são mantidos apenas por alguns estados (como a Hungria) devido a contratos históricos. A Comissão Europeia está preparando o 19º pacote de sanções, que propõe formalizar legalmente a descontinuação gradual do GNL russo até 2026–2027. A partir de agora, a participação do gás russo nas importações da UE caiu de cerca de 40% para menos de 15% nos últimos dois anos, e espera-se que, nos próximos anos, as aquisições da Rússia sejam reduzidas a zero.
  • Reorientação de fornecimentos para o Oriente: Em resposta à perda do mercado europeu, a Rússia está aumentando a exportação de gás na direção asiática. Os fornecimentos através do gasoduto "Força da Sibéria" para a China devem atingir volumes recordes em 2025 – mais de 22 bilhões de metros cúbicos por ano, aproximando-se da capacidade projetada. Paralelamente, está em discussão a construção de uma segunda rota para a China através da Mongólia ("Força da Sibéria – 2"), que compensará parcialmente a perda do rumo europeu até o final da década. Além disso, a Rússia está expandindo as vendas de GNL na Ásia: novos projetos na Península de Yamal e no Extremo Oriente aumentam os fornecimentos de gás liquefeito para a Índia, China, Bangladesh e outros países. Apesar dessas medidas, no curto prazo, a exportação total de gás russo permanecerá abaixo dos níveis anteriores às sanções – a prioridade continua a ser o abastecimento do mercado interno e dos parceiros da CEI.

Energia elétrica: consumo recorde e modernização das redes

O consumo global de eletricidade continua a alcançar máximos históricos em 2025. O crescimento econômico, o desenvolvimento das tecnologias digitais e a eletrificação do transporte levam ao aumento da demanda por eletricidade em todas as regiões. Segundo previsões do setor, a produção total de eletricidade no mundo neste ano ultrapassará pela primeira vez a marca de 30 mil TWh – um nível sem precedentes. As maiores economias contribuem significativamente: espera-se que os EUA consumam cerca de 4,1 trilhões de kWh (um novo recorde para o país), enquanto a China ultrapassará 8,5 trilhões de kWh. O consumo de energia também cresce rapidamente em países em desenvolvimento na Ásia, África e Oriente Médio, facilitado pela industrialização e pelo crescimento populacional.

  • Carga nas redes: O rápido crescimento do consumo elétrico exige uma modernização antecipada da infraestrutura de energia elétrica. Em muitos países, programas de investimento em larga escala foram anunciados para expandir e atualizar redes e construir novas capacidades de geração. O objetivo é evitar escassez de energia e interrupções em períodos de pico. Por exemplo, nos EUA, as empresas estão investindo bilhões de dólares para fortalecer as redes de distribuição em face do aumento da carga de centros de dados e estações de carregamento para veículos elétricos. Projetos semelhantes para fortalecer as redes de energia estão sendo implementados na Europa, China e Índia. Além disso, cresce o papel das "smart" grids e sistemas de armazenamento de energia, que ajudarão a gerenciar flexivelmente a carga e a integrar a crescente geração a partir de fontes renováveis.

Energias renováveis: investimentos recordes, apoio e novos desafios

O setor de energias renováveis (ER) em 2025 demonstra um crescimento impressionante, continuando a tendência global de transformação "verde" do setor energético. Os investimentos em energia solar e eólica, bem como em tecnologias limpas relacionadas, estão alcançando recordes. Somente nos primeiros seis meses de 2025, cerca de $400 bilhões foram investidos em projetos de ER em todo o mundo – 10–12% a mais do que no mesmo período do ano passado. Esses recursos são direcionados principalmente para a construção de novas usinas solares e eólicas, além da criação de infraestrutura para armazenamento de energia (baterias industriais) e digitalização das redes para integrar a geração distribuída. Graças à entrada de novas capacidades, a produção de eletricidade cresce sem aumentar as emissões de gases de efeito estufa.

As estatísticas confirmam o progresso: de acordo com analistas, no primeiro semestre de 2025, cerca de 380 GW de usinas solares foram colocados em operação – quase 1,7 vez mais do que no ano anterior. Contribuições significativas para o crescimento vieram de megaprojetos na China, Índia, Oriente Médio e EUA. As capacidades da energia eólica também estão aumentando: novas usinas eólicas offshore no Mar do Norte (UE), ao largo da China e do Sudeste Asiático estão sendo inauguradas, adicionando dezenas de gigawatts ao balanço energético global.

  • Participação da energia limpa: As fontes renováveis estão ocupando um lugar cada vez mais significativo no balanço energético global. Em média, cerca de 30% da geração de eletricidade no mundo agora é garantida por ER. Na UE, esse percentual ultrapassou 45%, impulsionado por políticas climáticas ativas e fechamento de usinas térmicas a carvão. A China está se aproximando da marca de 30% de geração a partir de ER, apesar das enormes dimensões do sistema de energia e da contínua construção de novas usinas a carvão. Pela primeira vez em 2025, a geração global de eletricidade a partir do sol e do vento superou a produção de carvão – um marco simbólico importante para o setor energético.
  • Apoio governamental e iniciativas: Os governos das maiores economias estão aumentando o apoio à energia "verde". Na Europa, novas metas climáticas foram adotadas, exigindo a aceleração da introdução de capacidades limpas e o desenvolvimento do comércio de cotas de carbono. Nos EUA, continuam as medidas de estímulo para ER e setores relacionados (isensões fiscais e subsídios no âmbito da lei de redução da inflação, IRA). Nos países da CEI, também estão sendo realizadas iniciativas: a Rússia e o Cazaquistão estão realizando concursos para projetos de ER para a seleção de projetos solares e eólicos, enquanto o Uzbequistão está construindo grandes usinas solares em regiões desérticas. Esse apoio visa reduzir os custos do setor e atrair novos investimentos, acelerando a transição para energia limpa.
  • Dificuldades de crescimento: O rápido desenvolvimento das ER é acompanhado por vários problemas. A alta demanda por equipamentos e matérias-primas (por exemplo, silício para painéis solares) está levando ao aumento dos custos dos projetos e à pressão sobre as cadeias de suprimento. O setor também enfrenta escassez de mão de obra qualificada para construir e operar centenas de novos projetos ao redor do mundo. Além disso, os sistemas de energia enfrentam a necessidade de manter a flexibilidade: a integração de um grande volume de geração variável exige o desenvolvimento acelerado de sistemas de armazenamento de energia e gerenciamento inteligente de carga. Apesar desses desafios, o curso global para a descarbonização é mantido – especialistas preveem um aumento contínuo dos investimentos em ER e uma renovação dos recordes da participação de energia limpa.

Mercado de carvão: demanda asiática e a transição gradual do carvão

O mercado global de carvão em 2025 é caracterizado por tendências divergentes. Em vários países da Ásia, a demanda por carvão permanece alta, às vezes até aumentando. No verão, foi registrado um surto nas importações de carvão energético na Ásia Oriental: por exemplo, em agosto, a China, Japão e Coreia do Sul aumentaram suas compras quase em 20% em relação ao mês anterior. Fatores internos influenciaram isso: na China, devido a rigorosas inspeções ambientais e exigências de segurança, a produção de carvão foi temporariamente reduzida, enquanto o consumo industrial de energia cresceu rapidamente. A geração em falta foi compensada pela importação adicional de carvão, elevando os preços regionais: o carvão australiano da Austrália tipo Newcastle subiu para mais de $110 por tonelada (o máximo em cinco meses). Da mesma forma, a Índia e outras economias em desenvolvimento aumentaram a queima de carvão para garantir a estabilidade do sistema energético.

Ao mesmo tempo, a perspectiva de longo prazo para a indústria do carvão permanece desfavorável. Cada vez mais países estão adotando uma política de rejeição do carvão em nome de objetivos ecológicos e redução das emissões. A participação da geração a carvão na UE caiu para menos de 10% (há alguns anos, era em torno de 15%), e 11 países da União Europeia pretendem fechar completamente todas as usinas de carvão até 2030, substituindo-as por capacidades a gás e renováveis. Nos EUA, apesar de iniciativas pontuais para apoiar o setor de carvão, as condições de mercado também não são favoráveis ao carvão: o gás natural barato e a rápida expansão das ER estão deslocando o carvão do setor energético. Mesmo países tradicionalmente dependentes do carvão estão reduzindo seu uso – por exemplo, a Alemanha, após um aumento temporário no consumo de carvão em 2022–2023, em 2025, novamente diminuiu a produção de eletricidade em usinas térmicas a carvão.

  • Reorientação das exportações da Rússia: Para a Rússia, um dos maiores exportadores de carvão, as tendências globais significam uma mudança nos principais mercados de vendas. Após o embargo da UE, imposto em 2022, as empresas de carvão russas reorientaram suas exportações para a Ásia. Agora, mais de 75% das exportações de carvão russo vão para a China, Índia, Turquia e outros países da região da Ásia-Pacífico. Essa demanda compensa parcialmente a perda do mercado europeu, embora as vendas em países distantes exijam concessões e aumentem os custos de logística. No futuro, à medida que as principais economias do mundo se afastam cada vez mais do carvão, os mineradores russos precisarão se adaptar – desenvolvendo novos mercados e aumentando a eficiência para manter a competitividade.

Projeções e expectativas: fórum em Moscovo e a temporada de inverno

O início do quarto trimestre de 2025 gera expectativas mistas para o setor. Por um lado, as medidas tomadas em direção à estabilização geram um otimismo cauteloso: o mercado de combustíveis russo está saindo da crise graças a ações do governo, e os preços globais do petróleo e do gás estão sendo mantidos sob controle pelos esforços da OPEP+ e por estoques recordes. Por outro lado, há a expectativa da temporada de inverno e a persistência da tensão geopolítica – fatores que podem provocar novas flutuações nos mercados. Condições climáticas imprevisíveis ou um endurecimento repentino das sanções podem novamente desestabilizar o equilíbrio entre oferta e demanda.

A Semana de Energia da Rússia, inaugurada em 15 de outubro em Moscovo sob o lema "Construindo a Energia do Futuro Juntos", tornou-se uma plataforma para a discussão desses desafios e perspectivas. Espera-se que novos acordos e parcerias sejam estabelecidos no fórum, visando o desenvolvimento do complexo energético e o fortalecimento da cooperação internacional. Os resultados do encontro entre líderes do setor definirão o tom para futuras reformas e investimentos. Em geral, investidores e participantes do mercado energético estão encerrando o ano em um estado de otimismo contido – a adaptação às novas condições continua, e o setor energético demonstra resiliência e prontidão para mudanças.

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